quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Steve Jobs dá um show em sua conferência em Los Angeles

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

terça-feira, 29 de setembro de 2009

E hoje, finalmente, estreamos no blog Saia do Lugar a série “O Cara”, uma história que conta as aventuras de um ovo que, após se formar na universidade, entrou para o mercado de trabalho numa grande empresa. Porém, mais tarde inicia uma carreira de sucesso como empreendedor. Não percam as próximas aventuras empreendedoras de O Cara!
sábado, 12 de setembro de 2009
Sempre gostei de histórias, contos, narrações. Na época do cursinho, então, aproveitava a situação das aulas de redação para escrever narrações. Eu era um dos únicos a escrever narrações, os demais colegas optavam apenas por dissertações e cartas.
Posso estar longe de ser um Guimarães Rosa, que na minha opinião foi o maior escritor de todos os tempos, mas muitas de minhas narrações foram bastante elogiadas e criaram muitas polêmicas.
Três Crianças, Um Mundo é um conto que escrevi em 2003 e que causou a maior repercussão no cursinho. Vale a pena dar uma lida.
Três Crianças, Um Mundo
Há um lugar no mundo onde as coisas que se pensam que são, não são. Simplesmente não se enquadram as leis da física, as dimensões se fazem distorcidas e que por mais que seja infinita, ela é pequena. Mais exatamente no mundo atrás de tudo o que se vê. Existiam três crianças nesse lugar.
Aris era o mais novo. Era inteligente e esperto. Gostava muito de matemática, jogar bola e comer estrogonofe de carne. Já sabia dar bote nos amigos, fugia de enrascadas com grande facilidade e passava a perna em qualquer um. Malandrinho!
Saidi já era mais místico. Gostava muito de olhar para as estrelas, tentando imaginar o que haveria para o muito além daqueles pontinhos cintilantes de nossos céus. Queria um dia poder dar uma subidinha até lá.
Teresa Maria era a mais velha. Ah, Teresinha. Gostava de inventar coisas sobre a vida. Hipóteses absurdas! Sonhava sempre com um homem velhinho, dizendo-se criador de tudo que se pode pegar e do que não pode também.
Saidi e Teresinha nunca se gostaram. Viviam a brigar, puxão daqui, tapa dali. Eram irmãos. Aris, que era inteligente e esperto, tinha amizade de ambos. Reconhecia os podres dos outros dois pirilampos, mas sabia que o melhor era não falar nada.
Certo dia, sonhando novamente com o homem velhinho, Teresinha recebeu poderes capazes de fazer milagres.
- Usarás teu poder para ajudar a humanidade! – disse o homem velhinho.
Ao acordar, Teresinha resolveu verificar a verdade do sonho. Foi à janela. Com um movimento nas mãos, transformou um monte de bosta de vaca em um lindo bidê de ouro. Toda alegre e saltitante, saiu às ruas mostrando seus novos dotes milagrosos. Para o homem que não podia ver, Teresinha arrancou-lhe os olhos para não sentir mais dor. Para o homem que pegou doença, arrancou-lhe as genitálias para não pegar mais outras.
- Ô Teresa! Por que a boboca tá toda maluca aí? – perguntou Saidi, que brincava com Aris.
- Ora, mano. Estou a fazer milagres. Não vê não, mané?
- Milagres? – risos – Por que a tchonga não faz um milagre para ficar ca boquinha caladinha?
Irritada, Teresinha transforma uma de suas pulseirinhas de plástico em um punhado de sal e jogou-o contra os olhos de seu irmão.
- Meus olhos, sua babaca!
- Quem não quer ver, não vê!
Teresinha, alegre e saltitante, volta às ruas fazendo boas ações. Furioso, Saidi jurou vingança eterna! Pegou um bujão de gás de um caminhão que passava pela rua e jogou no cocoruto da Teresinha.
- Quem não tem cabeça, não usa! Né! – gargalhava Saidi.
Vendo que ela ficava realmente enfurecida, Saidi fugiu cagando de medo. Teresinha começa a crescer, crescer até se transformar numa grande tempestade que afogou toda a cidade. Saidi, num barquinho, pescava tucunaré, comendo pitanga e jogando semente em olho de jacaré. Revoltada, ela lançou raios e trovões na cuca de Saidi, que ficou torradinho torradinho.
Aris só vendo.
Saidi foi dormir chorando, coitado. Estava todo dolorido. Queria se vingar! Nessa mesma noite, sonhou com um homem velhinho.
- Saidi… Tu terás todo o meu poder! – disse o homem velhinho.
Ao acordar, Saidi resolveu verificar a verdade do sonho. Foi à janela. Com um movimento nas mãos, transformou um monte de tripas de bode morto em um lindo hidrante vermelho. Todo serelepe e jingante, saiu às ruas mostrando seus novos dotes milagrosos. Para a mulher que não sabia andar, arrancou-lhe as pernas e deu-as a um vendedor de calçados. Para uma mulher que não tinha braços, deu-lhe um violão.
- Ô Saidi! Por que raios palhaço tá todo alegrinho? – perguntou Teresinha, que brincava com Aris.
- Sou poderoso, sua tonta. Posso fazer ratos te comerem por dentro!
- Ih. Tá doido, taloco!
- Quer ver, bobona?
Com alguns movimentos e palavras estranhas, Saidi começou a fazer o dia virar noite. O Sol, meio confuso, dormiu mais cedo. A Lua apareceu sem saber o que estava acontecendo. Saidi baixou as mãos e um meteoro achatou Teresinha, que virou pastelzinho.
Aris só vendo.
- Uh tererê! – gargalhava Saidi.
Toda irritadinha, jogou o meteoro para os quintos dos infernos e lançou contra o pentelho uma nuvem de gafanhotos comedores de gente. Comeram toda a carne dele até sobrar só ossinhos. Teresinha sorria de vitória. Só que da lagoa surgia Saidi, vivinho da silva. O silva pegou uma bola de futebol e chutou com uma força tão forte que a bola pegou fogo. A goleira tentou se defender, mas perdeu um dos braços. O sangue que saia dela transformou-se em terríveis dragões cuspidores de fogo que fulminaram Saidi, que lhe arrancou as caudas e transformou-os em serpentes que estrangulavam Teresinha.
Aris só vendo.
Ambos contavam com pouquíssimos poderes. Então resolveram dar o golpe final. Teresinha apelou para a força física. Saidi, sabendo que não conseguiria ganhar, fez o que pode: engoliu algumas bananas de dinamite, deixou o pavio para fora da boca e acendeu-o, correndo em direção de Teresinha para abraçá-la.
BUM! Os dois deram uma morridinha. As tripas voaram e o sangue dos dois transformou-se numa linda chuva de verão. Aris olhava para um dos olhinhos de Tereza e outro de Saidi que eram levados pela chuva.
- Cansei. Vou dormir.
Aris se levantou e foi caminhando vagarosamente por debaixo da chuva, cantando uma música linda muito para lá de louca.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Matematrix é um game criado pelo Gamux, um grupo de desenvolvimendo de jogos da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), voltado para o público infantil, com o intuito de ensinar e divertir ao mesmo tempo.
Você pode baixar o jogo em http://tinyurl.com/matematrix
Gostou? Deixe seu voto para Matematrix no Arena Info: http://info.abril.com.br/arena/votacao/
quarta-feira, 9 de setembro de 2009

terça-feira, 8 de setembro de 2009
Este post foi publicado originalmente pelo blog Saia do Lugar.
Muita gente confunde marca com logotipo, assim como logotipo com ícone e avatar. Conceitualmente eles são bem diferentes, mas estes três últimos são quase que fundamentais para o sucesso de uma marca.
A marca é o sentimento que uma pessoa tem em relação a uma entidade (empresa, produto, serviço ou outra pessoa). É algo marcado mais pela emoção e paixão do que pela razão e pelos sentidos vitais (como a visão).
Exemplo: quando queremos comprar uma Ferrari, estamos sendo movidos pela paixão de ter uma Ferrari, e não a simples necessidade de comprar um carro.
O exercício da razão e dos sentidos vitais fica por conta dos logotipos, ícones e avatares.
Um logotipo é uma representação gráfica do nome da empresa, por meio de uma tipografia específica. Ela funciona como uma assinatura, sendo estampada desde nas notas fiscais até nos seus produtos.

Exemplos de logotipos: Panasonic, Sony, Microsoft, Fiat, Claro, Vivo, Ford, Coca Cola e Google
Um ícone é um símbolo visual que representa o posicionamento no mercado, a aplicação da entidade ou mesmo o sentimento pela marca. Muitas vezes elas substituem os logotipos ou aparecem complementando-as.
Exemplos de ícones: Pepsi, Audi, Polo, Firefox, Globo, Ferrari, Lacoste, Chevrolet e Nike.
Quanto ao avatar, pode-se dizer que é a evolução do logotipo e do ícone. É uma representação que pode envolver todos os sentidos humanos, usando principalmente animações e sons.
Exemplos de avatares: THX, Vivo e Intel
Este post foi inspirado no livro The Brand Gap (O Abismo da Marca) – editora Bookman
Este post foi publicado originalmente pelo blog Saia do Lugar.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Alguém reparou no novo Favicon do Orkut? Pois é, passou despercebido, mas o favicon da rede social mais popular do Brasil passou por uma forte reestilização.
Orkut - antes e agora
O lilás do meio foi embora, “O” ficou mais gordinho e reflexivo, além de ganhar uma suave sombra. Ficou muito gay (o que se deve esperar do Orkut), mas confesso que está mais chamativo e marcante que o anterior.
E o navegador web Opera também sofreu reestilização.

Opera - antes e agora
O antigo era feiasso. Me explica, que efeitos de luzes são aqueles na sombra, sombra com relevo e reflexão?
Assim como o Orkut, ficou mais gordinho. Ganhou um relevo mais suave e um vermelho mais quente. E uma suave sombra.